30 janeiro 2007

TESE ABORDA TRADUÇÃO DE BLAKE

William Blake (1757-1827), poeta e pintor inglês, aqui com Pity (piedade, compaixão, pena, dó), quadro de c. 1795, em tinta e aquarela sobre papel, 42,4 x 53,9 cm, Tate Gallery, Londres.

A mestranda (será que estou desatualizado?) Clarissa Soares dos Santos, da PUC-RJ, produziu interessante trabalho sobre diferentes traduções do poema The Lamb de William Blake, orientada pelo poeta, tradutor e professor de Tradução Literária Paulo Henriques Britto. Além da minha, são analisadas as traduções de Renato Suttana, poeta, escritor e professor de Teoria Literária e Literatura Brasileira da Universidade Estadual do Centro-Oeste; Paulo Vizioli, consagrado tradutor de poesia e professor titular de Língua e Literatura Inglesa da USP; e a de Mário Alves Coutinho, ensaísta, psicólogo e roteirista de cinema, em conjunto com Leonardo Gonçalves, poeta e tradutor. A tese de Clarissa procura mostrar que é possível exercer a objetividade na crítica da tradução de poesia e faz um exame dedicado do original e das versões. Alguns dados pontuais referentes a minha tradução são discutíveis, o que não é caso para esta nota, e no conjunto a pesquisadora parece privilegiar a palavra como unidade semântico-formal e não o poema como um todo, mas é um trabalho de lupa que merece respeito e verificação. Para ler o trabalho, é só clicar aqui:
AVALIAÇÃO DE TRADUÇÃO DE POESIA: UMA ANÁLISE OBJETIVA DE TRADUÇÕES DE “THE LAMB”, DE WILLIAM BLAKE Quanto aos poemas por mim traduzidos, foram publicados sob o título William Blake, no Rascunho, Curitiba, jul. 2005. p. 30 e também se encontram neste blogue.

1 Comments:

Blogger Leo Gonçalves disse...

sidnei, adorei a notícia. gostaria de ler sua tradução. abraço

15/3/07 13:56  

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